Certificar ou não? Eis a questão!

7 jan, 2011 | Nenhum Comentário »

logo_driiA diferença entre um profissional certificado e um não certificado é apenas uma: O Título obtido. O mérito individual!

A certificação comprova o mérito obtido através de prova de conhecimentos essenciais e também de experiência prática nos níveis mais altos. Isto não garante que o profissional será bom ou mal no desempenho das funções, porém, nivela conhecimentos essenciais e mitiga alguns riscos dos contratantes.

Para as empresas é uma garantia de riscos menores no desempenho das funções. A habilidade e tempo de experiência influenciam muito na habilidade do profissional, portanto é muito importante ter muito bem definido qual o nível da função desejada e atribuições que o profissional terá. Gerente é gerente e técnicos são técnicos! Existem certificações para ambos.

Neste artigo focarei apenas em certificações VENDOR NEUTRO, de institutos que são as mais reconhecidas mundialmente. O profissional atuará na função independente de tecnologias envolvidas, e principalmente poderá atuar em qualquer país do mundo.

Existem muito céticos sobre certificação, mas, ela é um mal necessário. Tem que gente que é boa de prova, como dizem alguns. Isto realmente acontece, mas, todo mundo no inicio de carreira, precisa comprovar os conhecimentos essenciais. Já nos níveis de certificações mais altos (nobres) a experiência deve ser comprovada pelo profissional, portanto, não basta ser bom de prova.

Para auxiliar, podemos então dividir em 3 grupos para quem almeja uma, por exemplo:

Nível inicial – essencial ou fundamental – Exemplos: ITIL foundation (EXIN) – foco em gestão e administração de serviços de TI, COBIT foundation (ISACA) – foco em governança de TI e controles internos, ISFS Information security foundation (EXIN) – foco na norma ISO 27002 e fundamentos em segurança da informação essenciais, ABCP associated business continuity professional (DRII) – foco em continuidade de negócios, ISO 20.000 foundation (EXIN) foco em gestão de serviços em TI.

Nível intermediário – coordenação ou gestão – Exemplos: ITIL Expert (EXIN) – foco em gestão e administração de serviços de TI, antigo practioner, ISMAS information security manager advanced (EXIN), CFCP certified funtional business continuity professional (DRII) – foco em continuidade de negócios, CISSP – information security (ISC2) – foco em segurança da informação, MBCI business continuity member of BCI (BCI) – foco em business continuity, ISO 27001 Lead Auditor (BSI) – foco em segurança da informação, demais lead auditors (ISO 20.000, ISO 9001, ISO 14001 etc.)

Nível avançado – gestão, direção ou liderança - Exemplos: ITIL Master (EXIN) – foco em gestão e administração de serviços de TI, ISMES information security manager expert (EXIN), CISSP ISSAP information security (ISC2) – foco em segurança da informação, porém, com mais experiência específica, por exemplo: criptografia, CGEIT (EXIN) – foco em governança de TI, CISM information security management (ISACA) – foco em gestão de segurança da informação, CISA information system auditor (ISACA) – foco em auditoria e conformidade, CGEIT IT governance (ISACA) – foco em governança de TI, CBCP business continuity professional (DRII) – foco em continuidade de negócios com experiência de 5 anos, MBCP master business continuity professional (DRII) – foco em continuidade de negócios com experiência de 7 anos.

A certificação, assim como a graduação, não garante o sucesso, mas, evita o fracasso!

Cabe as empresas exigirem, investirem e cobrarem os resultados, claro dando condições de trabalho.

Cabe aos profissionais investirem, certificarem-se e cobrarem das empresas que possam aplicar as práticas e conceitos aprendidos, mesmo por que aplicarão na prática e formarão uma visão crítica e poderão contribuir com a comunidade internacional evoluindo os conceitos e os resultados das experiências práticas.

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