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    out 5th, 2015 | By jeferson | Category: Artigos
    Ameaça de bomba na Paulista X Continuidade de Negócios

    Por Caroline Cintra, g1 DF

    04/12/2023 04h02 Atualizado 04/12/2023

    Segundo a Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais ❤️ (Arpen), em média, 21 mil bebês nascem mortos no Brasil todos os anos. Em 2023, 49,1% deles foram registrados.

    A norma ❤️ que permite registrar natimortos em cartório passou a valer em 2013 e, a cada ano, aumenta o número de famílias ❤️ que registram as crianças. "Minha filha não está aqui nos meus braços, mas tenho o documento de nascimento dela guardadinho. ❤️ É uma forma de mostrar que ela veio ao mundo, mesmo não tendo permanecido", diz Pâmela Alves, mãe de Maria ❤️ Clara Alves, que nasceu morta em 2023.

    O registro de natimorto ocorre apenas quando a criança já nasce morta. Caso a ❤️ mãe dê à luz um recém-nascido com vida, e depois ele venha a falecer, são feitos dois registros, o de ❤️ nascimento e o de óbito. Em ambos o nome da criança é obrigatoriamente registrado.

    Pés de um bebê recém-nascido. —
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    : ❤️ Rainer Maiores/Pixabay

    A chegada de um bebê é um momento muito esperado. No entanto, nem todos recebem boas notícias na hora ❤️ do parto. De acordo com a Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen), por ano, cerca de 21 mil ❤️ crianças nascem mortas no Brasil.

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    Uma norma publicada em ❤️ setembro pela Corregedoria Nacional de Justiça, órgão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), permite que os pais dessas crianças, chamadas ❤️ de natimortas, registrem o nome do bebê nos cartórios. Essa possibilidade começou em alguns estados em 2013 e, ano a ❤️ ano, foi sendo ampliada (saiba mais abaixo).

    Em 2023, quase 50% das crianças natimortas foram registradas no país, diz a Arpen.

    "É ❤️ importante para nós, como família, ter esse registro. Minha filha não está aqui nos meus braços, mas tenho o documento ❤️ de nascimento dela guardadinho. É uma forma de mostrar que ela veio ao mundo, mesmo não tendo permanecido", diz Pâmela ❤️ Alves, mãe de Maria Clara Alves, que nasceu morta em 2023.

    De acordo com o Provimento nº 151/23 do CNJ, passa ❤️ a ser "direito dos pais atribuir, se quiserem, nome ao natimorto, sendo também possível àqueles que tiveram filhos natimortos realizarem ❤️ esta inclusão em um registro já feito anteriormente, quando a inclusão do nome não era permitida por norma estadual ou ❤️ nacional".

    Alguns estados permitem registro desde 2013

    Certidão de nascimento, nome do pai, nome da mãe, registro civil, cartórios, reconhecimento paternidade — ❤️
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    : Divulgação/Anoreg-PR

    A possibilidade de inclusão do nome em crianças natimortas teve início em 2013, quando São Paulo, Minas Gerais e ❤️ Pernambuco expediram normas autorizando este tipo de registro em cartório de registro civil. Depois, outros estados foram normatizando o procedimento, ❤️ que hoje é regulado em 23 unidades da Federação.

    Atualmente, apenas Acre, Amapá, Espírito Santo, Tocantins e Sergipe não possuem norma ❤️ local que permita a inclusão do nome no registro de natimorto, mas os estados estão incluídos na norma nacional.

    Em 2013, ❤️ quando as primeiras normativas foram publicadas, o total de crianças natimortas com nome correspondia a 4%. A medida que outros ❤️ estados passaram a adotar a norma, o índice foi aumentando:

    2014: 13,4% 2023: 19,1%2023: 31,5% 2023: 41%2023: 49,1%

    A expectativa é que ❤️ a normativa nacional eleve este número 80%, segundo a Arpen-Brasil.

    'Olhar sensível'

    Para o Corregedor Nacional de Justiça, Ministro Luis Felipe Salomão, ❤️ "a padronização nacional inserta no Provimento n. 151/2023, que possibilita aos pais atribuírem nome ao filho que nasce morto, inclusive ❤️ de forma retroativa, demonstra um olhar sensível para essa situação bastante infeliz e traz alento às famílias que têm que ❤️ lidar com essa difícil perda".

    “Trata-se de mais um avanço humanitário em homenagem àqueles pais que aguardaram tão ansiosamente o nascimento ❤️ de um filho, comprando roupas, montando o quarto, enfim, fizeram todos os preparativos para a grande chegada e que por ❤️ razões da vida não puderam concluir esse sonho. Com a medida, espera-se atenuar a dor desses pais, permitindo-lhes a continuidade ❤️ da vida com a lembrança de um filho, cujo nome guardarão para sempre”, explica Gustavo Renato Fiscarelli, presidente(Arpen-Brasil).

    A Arpen explica ❤️ que o registro de natimorto ocorre apenas quando uma criança já nasce morta. Caso a mãe dê à luz a ❤️ um recém-nascido com vida e depois ele venha a falecer são feitos dois registros, o de nascimento e o de ❤️ óbito, e em ambos o nome da criança é obrigatoriamente registrado.

    No DF

    Obstetra ginecologista ultrassonografia gravidez grávida gestação gestante —
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    : ❤️ Freepik

    De acordo com a Arpen- Brasil, por ano, cerca de 500 crianças nascem mortas no Distrito Federal. Com a medida, ❤️ cerca de 11,9% dos bebês natimortos em Brasília tiveram o nome registrado em cartório.

    A possibilidade de registrar a criança natimorta ❤️ no DF começou em 2013, quando o Tribunal de Justiça e Territórios do DF (TJDFT) expediu o Provimento 31. No ❤️ entanto, a norma foi publicada em 2023.

    A assistente administrativa Pâmela Alves, de 36 anos, foi uma das pessoas que, no ❤️ ano passado, registrou o nome da filha. Maria Clara Alves morreu quando a mãe completou 39 semanas de gestação.

    "Foi uma ❤️ gravidez aparentemente tranquila, mas em um exame descobri que o coração não batia mais", conta Pâmela.

    A técnica de enfermagem Vanessa, ❤️ de 31 anos, sonhava em ter um menino. Mãe de duas adolescentes, ela conta que ter engravidado pelo terceira vez ❤️ foi uma alegria. O parto estava previsto para 26 de outubro.

    "No dia 20 [de outubro], fui fazer um exame e ❤️ ele já estava sem vida", conta. Ela estava grávida de 41 semanas. "Não sei bem o que aconteceu, se já ❤️ tinha passado do tempo, mas perdi meu menino".

    Vanessa diz que registro é o que guarda de lembrança do filho tão ❤️ esperado. "É importante saber que ficou algo dele aqui comigo".

    Natimortalidade no Brasil

    O Ministério da Saúde informou que a natimortalidade tem ❤️ múltiplas causas no Brasil. De acordo com o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), 21,5% das mortes fetais têm causas ❤️ não especificadas, ao passo que 15% decorrem de hipóxia intrauterina não especificada (falhas do sistema de trocas gasosas).

    Outras causas elencadas ❤️ são:

    Malformações graves Infecção congênita por citomegalovírusTranstornos do aparelho digestivo, cardiológico, respiratório, hematológico, endócrino ou cerebral, relacionados ao período perinatalHidropisia fetalPlacenta ❤️ prévia Deslocamento prematuro da placentaSífilis congênitaAfecções maternas Restrição de crescimento intra-uterino.

    Segundo o Ministério da Saúde, antes de qualquer decisão ou ❤️ procedimento, os profissionais de saúde realizam uma avaliação cuidadosa para confirmar a morte fetal. "Isso pode incluir a utilização de ❤️ ultrassonografia e a auscultação dos batimentos cardíacos", diz a pasta.

    Os procedimentos que se seguem à morte fetal constatada podem incluir ❤️ o parto, conforme o desenvolvimento do feto e as condições clínicas da mãe ou outros, a depender das circunstâncias.

    "É fundamental ❤️ considerar que a qualidade do preenchimento da Declaração de Óbito (DO) e outras variáveis, como peso ao nascer e momento ❤️ do óbito em relação ao parto, são essenciais para esclarecer se o óbito foi neonatal ou fetal. A investigação dos ❤️ óbitos fetais em tempo oportuno contribui para a maior fidedignidade das informações", diz o ministério.

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